História da Arte
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Arte Egéia - Um Mar de Encantos E-mail
História da Arte
Escrito por Raí T. Rio   
Arte Egéia, vem do termo Egeu que engloba não somente significados geográficos, mas representa as civilizações que surgiram antes do aparecimento dos Gregos por volta do 3000 A.C. Estes povos se desenvolveram em tres regiões próximas porém com características diferentes originando divergências culturais percebida nas artes e no seu modo de vida.
Arte Egéia - Um Mar de Maravilhas
A Arte Egéia está diretamente ligada aos povos que floresceram em volta do mar Egeu e que foram três estas culturas mais destacadas em suas artes:
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Arte Fenícia - Colunas da História E-mail
História da Arte
Escrito por Raí T. Rio   
A Arte Fenícia refere-se à expressão artística dos Fenícios, um povo semita do mundo antigo. Sua origem é desconhecida, mas se estabeleceu na Fenícia (região mediterrânea correspondente hoje ao Líbano, Síria e Israel) por volta de 3000 a.C. Os Fenícios eram altamente civilizados, dado que inventaram um sistema de escrita anterior ao alfabeto moderno e eram hábeis comerciantes marítimos, chegando a fundar colônias através do Mediterrâneo, principalmente Cartago.
Arte Fenícia - Colunas da História
Os fenícios atingiram o auge do poderio entre 1200 e 800 a.C., mas foram conquistados pelos Persas no século VI a.C. Sua arte mais típica é representada nos escaravelhos de jaspe verde, encontrados principalmente nos cemitérios cartagineses da Sardenha e de Ibiza. No período helenístico, destacaram-se na confecção de sofisticados sarcófagos de mármore e ficaram famosos como artistas e artesãos, mas poucos trabalhos em larga escala sobreviveram até nossos dias. No entanto, graças à sua atividade mercantil, os pequenos artefatos chegaram a se difundir pelo mundo mediterrâneo, muitos deles encontrados em escavações. Sobressaíram-se também na confecção de objetos de luxo, como jóias, estatuetas, garrafas de vidro e alabastro, caixas de marfim e recipientes de bronze.
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Arte Germânica - Bárbaro Talento E-mail
História da Arte
Escrito por Raí T. Rio   

A Arte Germânica ou Arte Bárbara faz referência à arte dos povos conhecidos genericamente como bárbaros  (mongóis, vândalos, alanos, francos, germânicos e suecos entre outros) que, depois da queda do Império Romano, avançaram definitivamente sobre a Europa, mergulhando o continente num dos períodos históricos mais obscuros, a meio caminho entre a religiosidade, - agora em parte aceita - dos primeiros cristãos e a beligerância selvagem dos novos senhores. Mais tarde, a Europa também sofreu o açoite dos vikings dinamarqueses vindos do norte, em perpétua luta contra os francos e os eslavos ocidentais. Em suas crônicas, os romanos os descrevem como temíveis guerreiros e hábeis fundidores de metais. Esses grupos, essencialmente nômades, não demoraram a assimilar a cultura e a religião dos povos conquistados, ao mesmo tempo que lhes transmitiam seus próprios traços culturais. Esta troca deu origem a uma arte completamente diferente, que assentou as bases para a arte européia dos séculos VIII e IX, promovendo a organização de artistas e artesãos em oficinas supervisionadas pela Igreja, origem das corporações de ofício que perdurariam por quase mil anos.
Arte Germânica - Bárbaro Talento
O fato dos povos bárbaros não possuírem um habitat fixo, influenciou fortemente os seus costumes e as suas expressões artísticas. Assim, como povos nômades, desenvolveram uma grande destreza na confecção de objetos facilmente transportáveis, fossem eles de luxo ou utilitários. Deste modo destacaram-se na ourivesaria, na fundição e moldagem de metais, tanto para a fabricação de armas como na fabricação de jóias, como braceletes, colares, anéis etc. Também se destacaram nas técnicas de decoração, como a tauxia ou damasquinagem, a entalhadura (arte de cortar ou entalhar a madeira) e a filigrana (trabalho ornamental feito de fios muito finos e pequeninas bolas de metal soldadas de forma a compor um desenho). Os desenhos decorativos destas peças, baseavam-se em animais estilizados e em motivos geométricos, principalmente, a roda e a cruz. Os bábaros não se dedicaram ao desenho da figura humana, como outros povos em suas artes.
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Arte dos Celtas - Beleza e Magia E-mail
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Escrito por Raí T. Rio   

Cruz Celta na IrlandaA arte dos Celtas, povos antigos da Europa Central e Ocidental que, no período pré-romano, habitavam grande parte da Europa, como a Inglaterra e Gália, principalmente, mas também em  algumas partes de Portugal , Espanha, Alemanha e República Tcheca, era constituída basicamente em trabalhos de metal, um campo no qual mostraram uma impressionate habilidade. Os celtas integram uma das mais ricas civilizações do mundo antigo. As origens desta civilização remontam ao processo de desenvolvimento da Idade do Ferro, quando estes teriam sido os responsáveis pela introdução do manuseio do ferro e da metalurgia no continente europeu. De fato, o reconhecimento do povo celta pode se definir tanto pela partilha de uma cultura material específica, quanto pelo uso da língua céltica. Mas, na verdade, a arte celta foi influenciada pelos povos circunvizinhos, como os gregos, etruscos, persas e até mesmo os romanos. Nem por isso a arte celta deixou de ter um espaço especial na história da arte, já que é considerada, atualmente, a primeira contribuição não-mediterrânea à arte Européia. A arte céltica foi importante pelo fato de terem desenvolvido um estilo próprio,  opondo-se ao classicismo de Roma e da Grécia. Em outras palavras, os celtas anteciparam em vários séculos as correntes artísticas que propunham inovar a arte tida como oficial. Os celtas ornavam objetos de uso comum ao seu povo, como armas, armaduras, canecas e jarras, mas faziam também algumas jóias, trabalhando principalmente em bronze e ouro,  empregando sofisticadas técnicas de incrustação. Os motivos vinham de diversas fontes, mas foram transformados pela criatividade celta, que fazia farto uso de  fortes desenhos geométricos e espirais, muitas vezes combinados com formas animais estilizadas em elementos abstratos. As figuras humanas eram raras e normalmente representadas de maneira bastante abstrata.

Caldeirão Gundestrup

Os instrumentos celtas são todos bem característicos. A vasilha de prata conhecida como o Caldeirão Gundestrup, por exemplo, constitui um dos mais enigmáticos vestígios do mundo celta. Decorado em alto  relevo, apresenta cenas que oferecem uma visão dos mitos e da religião celta, embora seu significado preciso permaneça oculto. As figuras representadas eram originariamente revestidas com folhas de ouro e tinham olhos de cristal azul e vermelho.
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Arte do Antigo Egito E-mail
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Escrito por Raí T. Rio   
Arte do Antigo EgitoQuando falamos em Arte Egípcia nos referimos à arte desenvolvida e aplicada pela civilização do antigo Egito, que ficava localizada no vale do rio Nilo, mais precisamente no Norte da África. Esta manifestação artística teve a sua supremacia na região durante um longo período de tempo, estendendo-se (aproximadamente) pelos últimos 3000 anos antes de Cristo e demarcando diferentes épocas que auxiliam na clarificação das diferentes variedades estilísticas adotadas: Período Arcaico, Império Antigo, Império Médio, Império Novo, Época Baixa, Período Ptolemaico e vários períodos intermédiários - mais ou menos curtos - que separam as grandes épocas, e que se denotam pela turbulência e obscuridade, tanto social e política quanto artística. O tempo e os acontecimentos históricos encarregaram-se de ir eliminando os vestígios desta arte ancestral, mas, mesmo assim, foi possível redescobrir algo do seu legado no século XIX, em que escavações sistemáticas trouxeram à luz obras capazes de fascinar investigadores, colecionadores e mesmo o olhar amador.

Arte do Antigo EgitoA arte do antigo Egito serve , acima de tudo, de objetivos políticos e religiosos. Para compreender a que nível se expressam estes objetivos é necessário ter em conta a figura do soberano absoluto: o Faraó. Ele é o representante de Deus na Terra e é este seu aspecto divino que vai vincar profundamente a manifestação artística, de modo que a arte representa, exalta e homenageia constantemente o faraó e as diversas divindades da mitologia egípcia, sendo aplicada principalmente a peças ou espaços relacionados com o culto dos mortos, isto porque a transição da vida à morte é vista, antecipada e preparada como um momento de passagem da vida terrena à vida após a morte - a vida eterna e suprema. Como o Faraó é imortal e todos seus familiares e altos representantes da sociedade têm o privilégio de poder também ter acesso à outra vida, os túmulos são, por tudo isto, marcos mais representativos da arte egípcia.
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Arte da Mesopotâmia E-mail
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Escrito por Raí T. Rio   
Arte da MesopotâmiaOs povos mesopotâmicos (civilizações que se desenvolveram na área das terras férteis localizadas entre os rios Tigre e Eufrates) eram compostos pelos sumérios, os assírios, os  babilônicos e os persas.  As principais manifestações da arquitetura mesopotâmica eram os palácios, em geral muito grandiosos. Como não havia muita pedra, as paredes tinham que ser grossas, pois eram feitas de tijolos, ladrilhos e argila. Os templos possuíam instalações completas, com aposentos para os sacerdotes e outros compartimentos. O destaque mais conhecido e mais representativo desta arquitetura era  o Zigurate, construção de vários andares - sete, em geral - sobre a qual havia uma capela, usada para observar o céu.  Os escultores desta época, representavam o corpo humano de uma forma rígida, sem expressão de movimentos e livre de detalhes anatômicos. Os pés, as mãos e os braços geralmente ficavam colados ao corpo, coberto com longos mantos, enquanto os olhos eram completados com esmalte brilhante.  As estátuas conservavam sempre uma postura estática ante a grandiosidade dos deuses. As figuras esculpidas em baixo-relevo se caracterizavam por um grande realismo.  Na pintura, os artistas se utilizavam de cores claras e reproduziam caçadas, batalhas e cenas da vida dos reis e dos deuses.  A produção de objetos de cerâmica alcançou notável desenvolvimento entre os persas, que utilizavam também tijolos esmaltados.  A Arte da Mesopotâmia desenvolveu-se ao longo de muitos séculos e de diferentes civilizações, não sendo, portanto, muito coesa em suas manifestações., mas caracterizou-se pelo exibicionismo e pelo luxo. Fortemente ligados à religião, os povos da Mesopotâmia construíram templos e palácios suntuosos que eram considerados cópias dos existentes nos céus.
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Arte no Período Neolítico E-mail
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Escrito por Raí T. Rio   
O Período Neolítico, também conhecido por Idade da Pedra Polida (aproximadamente entre 12000 a.C. e 4000 a.C.) teve início com a chamada Revolução Neolítica, era fundamental na história que, no Médio Oriente, teve início há cerca de 10.000 anos, quando o homem começa com êxito domesticar animais e dar os seus primeiros passos na agricultura.

Arte no Período Neolítico

A partir desse momento, o homem aprende a assegurar a sua alimentação pelo próprio trabalho e passa a se fixar nas terras, formando as primeiras aldeias. Ao retirar seus alimentos do solo, o homens da idade da pedra polida sentem a necessidade de fixar-se na terra, construindo casas e, assim, constituindo-se nos primeiros arquitetos da história da humanidade, fazendo surgir, então, a produção de cerâmica, a fiação e a tecelagem, assim como métodos básicos da construção em madeira, tijolo e pedra.

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A Arte no Período Paleolítico E-mail
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Escrito por Raí T. Rio   

Arte no PaleolíticoHistória da Arte é um termo usado para designar o conjunto das obras de uma época, povo ou mesmo uma escola e, na linguagem comum, refere-se à história das artes visuais mais tradicionais, como a pintura, escultura e a arquitetura. A arte, verdadeiramente, é a expressão máxima de um momento histórico de uma civilização inteira ou até mesmo de uma pessoa. Para compreender melhor a arte no tempo, os historiadores costumam determinar como "movimentos", os períodos que empregam determinado estilo estético. Esta classificação ajuda a entender como a arte registra as idéias e os ideais das culturas e etnias, sendo, assim, importante para a compreensão da história do Homem e de sua vivência no mundo.

Arte no PaleolíticoA Arte do Paleolítico tem a ver com o início da história da arte e é a mais antiga produção artística de que se tem conhecimento na história. A arte deste período situa-se na Pré-História (a fase da História que precede a escrita), na chamada Idade da Pedra Lascada, cujo início data cerca de dois milhoes de anos estendendo-se até 8.000 a.C. O Paleolítico é primeiro dos três períodos da Idade da Pedra, seguido pelo Mesolítico e pelo Neolítico (Idade da Pedra Polida). Situa-se, do ponto de vista geológico, na Idade do Gelo. Mas foi apenas no início do século XX que se deram as primeiras descobertas de achados pré-históricos. Isso causou ceticismo nos estudiosos, uma vez que a maturidade artística num nível tão embrionário da história da humanidade não parecia possível aos olhos dos historiadores.

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Arte no Mesolítico E-mail
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Escrito por Raí T. Rio   

Mesolítico - representaçãoO Mesolítico ou Paleolítico Superior (8.000 a 5.000 AC) é o período intermediário da pré-história e pelo que se sabe, em poucas regiões do planeta o Mesolítico aconteceu. As regiões que sofreram maiores efeitos das glaciações foi as que tiveram Mesolíticos mais evidentes. O início provável se deu com o fim do Pleistoceno, há cerca de 10 mil anos atrás e teve fim com a introdução da agricultura, variando, claro, de região para região. A arte mesolítica era muito mais simples que a paleolítica, chegando a ser, de certa forma, até esquemática. A figura humana (mais a feminina) passou a ser muito mais freqüentemente representada. As pinturas deste período retratavam guerras tribais e cenas de colheitas e caçadas.

Arte Rupestre - representaçãoA Principal característica da arte deste período é o naturalismo. O homem pintava os seres, um animal, por exemplo, do modo como o via de uma determinada perspectiva, reproduzindo a natureza tal qual sua vista captava. Atualmente, a explicação mais aceita é que essa arte era realizada por caçadores, e que fazia parte do processo de magia por meio do qual procurava-se interferir na captura de animais, ou seja, o pintor-caçador do Paleolítico supunha ter poder sobre o animal desde que possuísse a sua imagem. Acreditava que poderia matar o animal verdadeiro desde que o representasse ferido mortalmente num desenho. Utilizavam as pinturas rupestres, isto é, feitas em rochedos e paredes de cavernas para expressar sua arte.

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